quinta-feira, 15 de setembro de 2011

COLUNA do Prof. Menegatti - Experiências de compras estão cada vez mais negativas... (Partes I e II)



COLUNA do Prof. Menegatti - Experiências de compras estão cada vez mais negativas... (Partes I e II)
 
I Parte: Experiências de compras estão cada vez mais negativas...
1. Experiência de compra:
a julgar pela forma como os artigos de cama são embalados, parece que o aspecto mais importante para a indústria é a «densidade dos fios». Já os clientes, costumam avaliar e julgar um lençol, pela sensação ao toque.

Todos os clientes abrem a embalagem e passam a mão no tecido. Mas, de qualquer modo, a sensação dos lençóis, devido à goma, é de aspereza e isso não é bom. As lojas deveriam ter alguns lençóis lavados até ficarem perfeitamente macios para que os clientes soubessem realmente qual a sensação da roupa de cama que terão em casa.

II Parte: Experiências de compras estão cada vez mais negativas...
3. Experiência de compra:
A indústria da hospitalidade está florescendo como resultado da vida moderna. Contudo, a parte mais problemática da experiência de um hotel tem permanecido mais ou menos inalterada a décadas: a recepção. Mesmo quando tudo já foi acertado antecipadamente pela agência de viagens.

Um hotel na Inglaterra está experimentando uma nova forma de atendimento para a recepção dos hospedes. O hotel disponibiliza pequenas mesas redondas com um computador. Quando um atendente vê o hospede sentado, leva seu palmtop, uma leitora de cartão de crédito, uma chave de quarto. Depois de ter feito o chek-in ele poderá fazer também o pedido de bebida e comida para ser entregue no quarto.



 

Ainda restam esperanças - Gurgel oferta denúncia contra o «Regime Diferenciado de Contratação» para a execução das obras da Copa de 2014. - Por Se Gyn



Ainda restam esperanças - Gurgel oferta denúncia contra o «Regime Diferenciado de Contratação» para a execução das obras da Copa de 2014. - Por Se Gyn

O Procurador da República acaba de protocolar no Supremo Tribunal Federal uma denúncia contra a imundície chamada de «Regime Diferenciado de Contratação» para a execução das obras ligadas à Copa do Mundo de 2014.

A reação de Gurgel contra esta imoralidade, está dentro do previsível, consideradas as obrigações de seu cargo e é, de qualquer forma, uma iniciativa que merece estímulo e reconhecimento.

Já a reação do tal ministro e presidente do Tribunal de Contas da União, Benjamin Zymler com o tal «regime» são um tanto inesperadas - e tem um tom imoral, face à missão a seu cargo, ainda que levemos em conta quem o indicou para o cargo, no TCU (e já sabem de quem falo, evidentemente). Uma iniciativa que levanta consternação e suspeitas, senão repúdio!

O Brasil talvez tenha o arcabouço de legislação mais moderna do planeta, na área de licitações e contratos (em especial, a lei federal nº 8.666/93 - que regulamenta a execução de licitações, contratos, convênios e ajustes congêneres, no país, a lei federal nº 10.520, de 17 de julho de 2002, que regulamenta a licitação na modalidade pregão, e o decreto presidencial nº 5.450/05, que regulamenta o pregão eletrônico).

A presidente apareceu ontem no Fantástico, da Rede Globo, posando de doce de coco (será a paga pelo financiamento da ANCINE para aquela coisa estranha tipo «reality show» sobre a trilha percorrida pelos irmãos Villas Boas ao rio Xingú?). Pois, bem: ela é quem teve a iniciativa de lei, no caso do tal «regime diferenciado», cuja finalidade é uma só: escancarar os controles e liberar a roubalheira...

O problema, no caso das contratações do governo federal, não é de legislação ou regulamento, mas de quem opera os sistemas de licitação e contrato e dos que contratam e pagam as despesas oriundas de contratos firmados por titulares da Administração Pública, todos submetidos à legislação em questão (que, sim, tem cláusulas de natureza penal).




Crónicas e ficções soltas - Alcoutim - Recordações XIII - Por Daniel Teixeira - O Medo



Crónicas e ficções soltas - Alcoutim - Recordações XIII - Por Daniel Teixeira - O Medo

Uma parte grande das minhas crónicas sobre os meus períodos anuais de estadia na minha infância e juventude - e depois como adulto já de forma esporádica - no Monte de Alcaria Alta têm sido na sua grande parte (ou quase todas mesmo) resultado do facto de ter conhecido o Blogue Alcoutim Livre dirigido pelo amigo que dá pelo pseudónimo de José Varzeano.

O José Varzeano por aquilo que entendo não sendo natural do Concelho de Alcoutim (é de Santarém) para Alcoutim foi trabalhar (seguramente na função pública), por lá casou e pela minha ideia casou em dois sentidos: com uma alcouteneja e com Alcoutim.

Não tenho grandes recordações assim mais antigas de Alcoutim (do meu tempo de jovem) e era mesmo uma terra que algumas vezes evitávamos por razões «técnicas» que posso explicar mais à frente. Por outro lado Alcoutim (Vila) por ser a sede do Concelho era a sede burocrática, a terra da papelada, dos impostos. A Guarda Fiscal facilitava a seu gosto a passagem para San Lucas (como dizíamos) sem passaporte, numa passagem de barco a remos. Nunca lá fui, eu, a San Lucas.

As razões «técnicas» que referi atrás que nos levavam a fugir de Alcoutim eram de ordem « buro - gástrico - emocional». Alcoutim ficava à direita do cruzamento dos Balurcos que era por onde a camioneta seguia vinda de Vila Real de Santo António e chegada aí fazia o caminho em direcção a Alcoutim que fica lá abaixo à beira do Rio Guadiana voltando ao mesmo lugar no seu regresso para seguir então em direcção a Martinlongo.

Nós apeávamo-nos mais à frente dos Balurcos na paragem de Alcaria Alta prosseguidos que eram os restantes 30 Kms sensivelmente que iam de Balurcos a Alcaria Alta - Paragem, esta já perto do cruzamento que levava a Giões.

Pois bem, evitar ir a Alcoutim era uma operação que tinha uma relação forte com o facto de se fazer um intervalo no verdadeiro suplício que era percorrer aquelas estradas de autocarro naquele tempo. Chamavam-se camionetas e havia seguramente uma aposta dos concessionários dos percursos no sentido de mandarem para esses lados os chaços mais antigos e em piores condições que tivessem. O cheiro a gasóleo era praticamente insuportável ao qual se juntava algum cheiro a um vomitado quase inevitável mesmo que a chamada ao gregório fosse feita através das janelas.



terça-feira, 13 de setembro de 2011

AGORA TODOS OS DIAS DAS 00 Horas às 2 Horas (Hora portuguesa)

AGORA TODOS OS DIAS DAS 00 Horas às 2 Horas
(Hora portuguesa)
Olá !!
Eu sou Helena Emilia , brasileira natural do Espírito Santo. Fiz dois anos de rádio, com programa de pedidos e dedicatórias, com musicas, brasileiras e portuguesas : fados, kizumba... e mais, com ouvintes de todo mundo, por onde a rádio alcançasse. Fazia locução de segunda a sexta-feira, sábado e domingo sempre à noite.
Agora vou fazer aqui na Rádio Raizonline os horários das 20h às 22 h no Brasil = das 24 h às 2 horas de Portugal , o Programa «As Horas de Helena» todos os dias. Venham daí…

domingo, 11 de setembro de 2011

Jornal Raizonline nº 137 de 12 de Setembro de 2011 - COLUNA UM - Daniel Teixeira - Sobre ressaltos



Jornal Raizonline nº 137 de 12 de Setembro de 2011 - COLUNA UM - Daniel Teixeira - Sobre ressaltos

No nosso ultimo numero falámos sobre saltos sobretudo qualitativos e o titulo desta crónica pode dar a entender que existe algum humor relacionado com o conteúdo e o título do exemplar anterior. Há, de facto, alguma ironia, coisa que cultivo como se ela tivesse sempre estado comigo e nunca me tivesse largado um segundo que fosse.

Na verdade a ironia, o humor, fazem-me a mim e a muita gente uma falta danada mas há quem tenha e quem não tenha, infelizmente. A distribuição dos humores e das formas de encarar o estar (o ser) , apesar do criador se ter esforçado bastante, é uma daquelas coisas em que existe muita desigualdade: ser pobre em humor e em ironia deveria a meu ver ser considerado como um factor merecedor de compensação.

Não digo que essa compensação devesse ser dada pelo famoso Estado, que afinal somos nós todos, embora «representados», mas devia haver uma maneira de andar pelas ruas distribuindo humor e boa disposição àqueles pobres que os não têm. Mentes macambúzias, pessoas que vivem descontentes consigo mesmas, que têm falta de confiança em si mesmas, que se atrapalham ao menor embaraço, que não conseguem contornar situações mesmo as mais simples deveriam receber gratuitamente doses regulares de boa disposição, de alegria de viver, de confiança no futuro.

Eu sei que estar a falar deste assunto, assim, numa situação de crise mundial pode parecer paradoxal mas não é assim tanto: crises piores que esta que vivemos hoje foram vividas e contornadas pelos nossos antepassados: também é certo que muita gente ficou pelo caminho, perdidos na voragem das crises e que muita gente morreu mesmo, muito mais gente do que aquela que devia...toda a vida conta e toda a perca de vidas conta, mesmo que seja só uma.

O que me preocupa e o que sempre me preocupou, e já tenho aqui falado nisso várias vezes, seja neste jornal seja na nossa rádio, é verificar a inexistência de uma visão de conjunto, o esquecimento dos tempos passados e do constante devir e o facto de se verem algumas vezes as coisas apenas pela foto do presente, pelo instantâneo, em suma, o que me preocupa é o facto de se ver a árvore e não se ver a floresta.



SINDROME DE DOWN - Texto de Florisbela Bauer        



SINDROME DE DOWN - Texto de Florisbela Bauer        

A pessoa com síndrome de Down possui dificuldade de adaptação social: atraso no desenvolvimento mental (de leve a moderado) e motor; e crescimento físico lento. Cessando numa idade mais precoce.
A dificuldade de adaptação social rápida a novas situações e ambientes, causa dificuldades no aprendizado e lentidão na realização de novas propostas.

A síndrome de down ou trissomia dos 21 é sem dúvida o distúrbio cromossômico, mas comum e a mais comum forma de deficiência mental diagnosticada ao nascimento ou logo depois por suas características dismórficas, que variam entre os pacientes, mas produzem um fenótipo distintivo.

Os pacientes apresentam baixa estatura e o crânio apresenta braquicelalia com occipital achatado. O pavilhão das orelhas é pequena e dismórfico. A face é achatada e arredondada, os olhos mostram fendas palpebrais e exibem mandas de brushfeld ao redor da margem da Iris.

A boca é aberta, muitas vezes mostrando a língua sulcada e saliente. As mãos são curtas e largas freqüentemente com uma única prega palmar transversa. Os pés mostram um amplo espaço entre o primeiro e o segundo dedo. Síndrome de down e Mongolismo são à mesma coisa.
Como o termo Mongolismo é pejorativo e por isso inadequado. Passou-se a usar Síndrome de Down ou trissomia.

Todas as pessoas estão sujeitas a ter um filho com Síndrome de Down. Independente da raça ou condição sócio-econômica. No Brasil acredita-se que ocorram um cada em cada 600 nascimentos, isso quer dizer que nascem cerca de oito mil bebês com Síndrome de Down por ano.
Diferente do que muitas pessoas pensam a Síndrome de down não é uma doença, mas sim uma alteração genética que ocorre por ocasião da formação do bebê. Todos os seres são formados por células. Essas células possuem em sua parte central um conjunto de pequeninas estruturas que determinam as características de cada um, como: cor de cabelo, cor da pele, altura etc.

Três trabalhos de Varenka de Fátima Araújo - A Arte e a Natureza (Poema); Dança na Praça (texto/crónica); Juazeiro, Juazeiro (texto/crónica)



Três trabalhos de Varenka de Fátima Araújo - A Arte e a Natureza (Poema); Dança na Praça (texto/crónica); Juazeiro, Juazeiro (texto/crónica)


A Arte e a Natureza

Aprender a ver a natureza
A harmonia das cores
Sem regras e convenções
A energia potencial do movimento
Pela paz
Das composições em igualdade
O mar com tons mutantes
A terra que muda de cor
Na balança real das ações da vida
Pela paz

Dança na Praça
Quem quer se divertir no domingo. Tem um endereço certo, a praça Almeida Couto.
A praça no seu retângulo tem o colégio Salesiano a sua direita, casa comercial e farmácia, supermercado a esquerda. Na frente a famosa biblioteca Monteiro Lobato, da cidade de Taubaté, foi um grande tradutor, contista, ensaista e escritor.
Sua criação o sítio do Pica pau Amarelo é a mais conhecida. A biblioteca fica praticamente na praça. O sol sempre brilha nesta terra. As pessoas com roupas coloridas, posição social não conta, uma mistura de raças, fazem o colorido ofuscar.
Uma pequena orquestra, do lado direito da biblioteca Monteiro Lobato, ao vivo com música de salão, e os pares formado por dançarinos da terceira idade, as dançarinas com roupas de seda, cetim nas cores verde, preto, vermelho, azul, meias finas e sapatos altos, bastante maquiagem, penteadas. Casais de fino trato. A matinal vai até às 12:00 hs. O sol está quente e o sangue esquentando.

Juazeiro, Juazeiro
Antigamente com poucas casas, tinha um imenso juazeiro, coberto com árvores e dois grandes Jatobás, alguns catolés.
Tempos idos, sem energia elétrica, não tinha água encanada, tanta pobreza, era um distrito do Crato. Situado ao sul do estado do Ceará.
O padre Cícero deixou o Crato em 11 de abril de 1872 fixando residência no Juazeiro. Tinha uma missão a cumprir. Fazer o Juazeiro uma cidade religiosa, prospera e histórica. Cativou o povo descrente.
Com a chegada do baiano Dr. Floro Bartolomeu prefeito juntamente com Padre Cícero demarcaram com suas próprias mãos, as ruas São Pedro, São Paulo, da matriz, entre outras.
O comercio, o Padre Cícero chamou um dos seus afilhados e mandou que comprasse um relógio e desmontasse e montasse novamente, o rapaz ensinaria os outros rapazes para que tivessem trabalho.Surgiu a primeira relojoaria. O comercio deu certo.