domingo, 12 de fevereiro de 2012

O CANTOR WANDO MORRE AOS 66 ANOS EM MINAS GERAIS - Helena Emília Bortoloti



O CANTOR WANDO MORRE AOS 66 ANOS EM MINAS GERAIS - Helena Emília Bortoloti

 Cantor de «Fogo e Paixão» morreu na quarta-feira (08/02/2012), em Minas Gerais aos 66 anos, no Biocor Instituto, na cidade mineira de Nova Lima onde estava internado desde dia 27 de Janeiro. Segundo o médico particular, João Carlos de Souza Dionísio, ele teve uma parada cardiorrespiratória às 8 horas do dia 08 de fevereiro de 2012.

Mais improvável símbolo sexual da música popular brasileira, Wando costumava admitir: «Na verdade, me acho até feio, mas é inegável que tenho um jeitinho todo especial com elas.» E tinha.

O cantor, que morreu ontem, por volta das 8h, aos 66 anos, vítima de uma parada cardiorrespiratória, vendeu milhões de discos e tornou-se referência da canção muito romântica brasileira – brega.

Wanderley Alves dos Reis, seu nome de batismo, estava internado desde o dia 27 de janeiro no Hospital Biocor, em Nova Lima, Minas Gerais, onde deu entrada queixando-se de dores no peito.

 O cantor teve um princípio de infarto no final de janeiro e passou por uma angioplastia coronária para desobstrução das artérias do coração.

Segundo os últimos boletins médicos divulgados, o quadro clínico do cantor vinha apresentando melhora. No domingo, o cantor enviou um bilhete para os fãs por meio de parentes que o visitaram. «Eu estou na oficina de Deus arrumando a turbina. Me aguardem!», escreveu o artista.

A morte do cantor repercutiu nas redes sociais. O tópico Rip Wando (descanse em paz) estava em primeiro lugar nos assuntos mais comentados no mundo no Twitter.

Internautas mostraram sua homenagem ao cantor no microblog. «Wando não morreu. Ele virou raio, estrela e luar», escreveu um usuário citando a música «Fogo e Paixão».


sábado, 11 de fevereiro de 2012

COLUNA DE ABILIO LIMA - Noticias da Semana e Agenda da Semana - Noticias da Semana



COLUNA DE ABILIO LIMA - Noticias da Semana e Agenda da Semana - Noticias da Semana

Política agrícola comum celebra 50 anos

A Comissão Europeia lançou a 23 de Janeiro a campanha de comunicação CAP@50 para comemorar os 50 anos da política agrícola comum, pedra angular da integração europeia, que proporcionou aos cidadãos europeus meio século de segurança alimentar e um espaço rural vivo. A campanha de comunicação, que durará um ano, inclui um sítio Web interativo, uma exposição itinerante, materiais audiovisuais e impressos e ainda uma série de eventos em Bruxelas e nos Estados-Membros. Desenvolvimento em IP/12/36, MEMO/12/32.

•Lançamento de Hiriko: homenagem a Diogo Vasconcelos
Discurso de Durão Barroso, Presidente da Comissão Europeia, no lançamento do projeto Hiriko em Bruxelas a 24 de janeiro. Desenvolvimento em SPEECH/12/27.

•Turismo na UE: dormidas nos hotéis atingiu número recorde em 2011 na UE
Em 2011, o número de dormidas nos hotéis e estabelecimentos similares na UE atingiu um pico de 1600 milhões, uma subida de 3,8% em relação a 2010. A evolução do número de dormidas na UE mostra uma alternância de fases de crescimento e de declínio ao longo da última década. Após ter atingido o seu nível mais baixo em 2003, o número de dormidas aumentou regularmente ao longo dos quatro anos seguintes. Em 2008 e 2009, o número de dormidas diminuiu na UE, tendo registado uma retoma progressiva em 2010 até atingir em 2011 um novo recorde do número de noites passadas tanto por residentes como por não residentes. Desenvolvimento em STAT/12/13.

•Novembro de 2011: encomendas industriais diminuem 1,3 % na zona euro
Na zona euro, o índice das encomendas industriais diminuiu 1,3% em novembro de 2011 em comparação com outubro de 2011, após uma subida de 1,5% em outubro. Na UE, as encomendas recuaram 1,4% em novembro de 2011, após uma subida de 0,2% em outubro. Excluindo a construção naval e o equipamento aeroespacial, cujas variações tendem a ser mais voláteis, as encomendas industriais diminuíram 0,5% na zona euro e 1,2% na UE. Desenvolvimento em STAT/12/12.


Coluna de Marizete Furbino - Sem FOCO, nada feito!



Coluna de Marizete Furbino - Sem FOCO, nada feito!

«Concentre todos os seus pensamentos no trabalho que irá desempenhar. Os raios de sol não queimam enquanto não se concentram sobre um foco.» (Alexandre Graham Bell)

Há momentos da vida que se torna necessário parar, analisar e refletir sobre o que você quer da vida. Após esta análise é fator primordial que o profissional mantenha o foco, investindo tempo, inteligência, criatividade e muita energia, centrando seus esforços no que deseja ser.

Saiba priorizar o que você pretende alcançar. é notório que quando se tem claro e definido o que se deseja ser, torna-se mais fácil não somente traçar o caminho a percorrer, como também traçar estratégias de como caminhar, e assim, tudo fica mais fácil, e o caminho, por conseqüência, menos árduo.

Não obstante, em meio a tantos desafios, a tantos desencontros e a tantos contratempos, é necessário manter muito otimismo no decorrer da caminhada, procurando transpor todo e qualquer obstáculo que porventura aparecer, fazendo desses, degraus para a sua subida.

é cristalino que quando se deseja vencer torna-se necessário, diante de cada «entrave», falha e/ou derrota, fazer uma análise, reflexão e correção, extraindo sempre uma lição, e assim, aprendendo, desenvolvendo e, por conseguinte, crescendo.

Sobre esse aspecto, é de suma importância saber planejar, organizar, se concentrar, centrar esforços e manter o foco em seus objetivos, sabendo priorizar as atividades. Prioritário é o que você precisa fazer para que o conduza ao alvo, não se deixando dispersar por qualquer imprevisto e/ou novidade que porventura possam aparecer no decorrer da trajetória.

é fato que, para obter êxito, sua mente deverá ocupar-se somente de pensamentos que o levarão ao alvo; portanto, não permita sua mente dispersar. Lembre-se que a sua concentração é tudo o que você precisa para alcançar o que você deseja.


COLUNA DE TOM COELHO - Associativismo de resultados



COLUNA DE TOM COELHO - Associativismo de resultados 
«Nosso caráter é resultado de nossa conduta.»
(Aristóteles)

Desde 1996 atuo voluntariamente em associações e entidades. Quer saber a verdade? Comecei nisso por mero interesse pessoal.

Eu era fabricante de brinquedos metálicos para playground, entre outros itens. Um dia, decidi certificar meus produtos com o objetivo precípuo de ter um diferencial competitivo em relação à concorrência. O raciocínio era simples: se meu produto tivesse um selo de qualidade eu certamente poderia atuar no mercado com um preço premium, o que me garantiria maior rentabilidade.

Porém, para chegar lá, era necessário criar as normas que regulamentariam o mercado. Procurei o Inmetro que instituiu uma comissão de estudos formada por diversos fabricantes, laboratórios técnicos de certificação e órgãos de defesa do consumidor.

As primeiras reuniões foram terríveis, com um corporativismo latente. Fabricantes de brinquedos de madeira insinuavam que os metálicos eram perigosos porque esquentavam sob o sol e poderiam provocar queimaduras nas crianças. Os fabricantes de produtos em aço, por sua vez, argumentavam que os brinquedos de madeira soltavam farpas que também eram ofensivas. Enquanto isso, os importadores de brinquedos de plástico injetado assistiam a tudo de camarote. Detalhe, nos anos de 1990 ainda não se falava em preocupações de cunho ambiental.


COLUNA do Prof. Menegatti - Respondendo primeiro à emoção...; Pode-se sair da falência?; Negociação: Juntos contra o problema...



COLUNA do Prof. Menegatti - Respondendo primeiro à emoção...; Pode-se sair da falência?; Negociação: Juntos contra o problema...

Respondendo primeiro à emoção...-

Um cliente zangado, tenso ou frustrado dificilmente reagirá de forma construtiva ou sequer será capaz de ouvir um argumento racional.
Quando você desperta uma emoção negativa num cliente, é melhor responder primeiro ao seu emocional para depois dar a sequência na venda: «Parece que você ficou um tanto insatisfeito? Eu também me sentiria assim, se entendesse a situação da maneira como você entendeu». Ser empático, porém, não significa necessariamente aceitar a responsabilidade pelos sentimentos da outra pessoa ou mesmo permitir que esses sentimentos sirvam como base para uma ação específica.
 Lembre-se: seja empático e assertivo. Uma vez que os sentimentos do seu cliente tenham sido reconhecidos e aceitos, ele pode se sentir mais à vontade para participar de forma mais efetiva da discussão.

Pode-se sair da falência?

 A resposta da Hering é sim! Para sobreviver a uma forte crise, teve que buscar um novo caminho nos negócios ao se ver impossibilitada de competir com produtos chineses que invadiam o país.
 Uma pesquisa de mercado encomendada pela empresa em 2006 apontou que 90% dos consumidores conheciam a marca, porém o percentual que comprava algum produto era considerado baixo. Na pesquisa, os consumidores apresentaram três razões por que isso ocorria: preço, falta de financiamento nas compras e a localização das lojas.

Negociação: Juntos contra o problema...

 Para ser ter uma negociação de sucesso você terá que transformar essa concepção de um contra o outro para «juntos contra o problema». Não pense no outro lado como «eles», ou como os seus adversários; busque alinhar os seus esforços para elaborarem juntos um acordo dentro dos interesses de ambos.
 Outro aspecto relevante que devemos cuidar é a configuração física da negociação. Quando os dois lados entram em uma sala de reunião e se posicionam em lados opostos da mesa, essa configuração física é interpretada pelo inconsciente das pessoas como dois lados que devem agir como adversários.



 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Oratura: A lenda do soma [soberano] Ndumba - Por Gociante Patissa



Oratura: A lenda do soma [soberano] Ndumba - Por Gociante Patissa 

«Otembo yaviluka, Soma Ndumba vowambatisa ewe; otala tala oloneke okuviluka», em português, «mudaram-se os tempos, até o Soberano Ndumba foi forçado a carregar pedra».

Essa é a essência da canção que satiriza e lendária figura do soberano Ndumba, uma lenda de resistência africana durante a colonização portuguesa, no princípio do século vinte. Para ser mais preciso, como se isso lá fosse possível em lendas, reportamo-nos à década de 1920, na região centro e sul, da «nação Ovimbundu».

Nas longas caminhadas, Ndumba revelava um inusitado sentido de exigência. Imagine-se, como contam, que num perímetro de pelo menos 40 quilómetros pernoitava umas cinco vezes. Mas para quê? Seria coxo? A isso não sei responder, nem o sabem as fontes. Podia ser apenas pelas mordomias que exigia aos anfitriões em cada aldeia (na ida e no caminho de volta). Perdia-se a conta das galinhas que chegavam à sua mesa (porque, como não devia deixar de ser, caminhava acompanhado).

Bom, mas sobre galinhas, não apertemos tanto o soberano, quando até os sipaios a tal regalia tinham direito, sem ser do seu orçamento, em qualquer aldeia onde tivessem de pernoitar em serviço. As gerações nascidas na Angola independente têm sempre dificuldades em imaginar certas coisas, se interpretarmos o termo como imagem em acção.


 

Fundação Logosófica – Em Prol da Superação Humana - São Paulo - A indecisão em oposição ao livre-arbítrio - (Carlos Bernardo González Pecotche – RAUMSOL)



Fundação Logosófica – Em Prol da Superação Humana - São Paulo - A indecisão em oposição ao livre-arbítrio - (Carlos Bernardo González Pecotche – RAUMSOL)

Inegável que todo ser humano possui, por natureza, o privilégio do livre - arbítrio, mas, para exercê-lo, necessita do conhecimento, a fim de poder fazer uso da liberdade que ele lhe confere para seu bem e sem prejudicar a dos demais.

Entre as características que é costume perceber na psicologia de muitos seres, e que podem muito bem ser qualificadas como deficiências, encontra-se a indecisão. é comum deparar esta característica naquelas pessoas cujas convicções não se enraizaram pelo conhecimento, ou que não ajustaram suas vidas aos instrutivos ensinamentos que devem extrair das experiências, sendo tudo isso algo que as priva do exercício da liberdade.

Analisando-se o caso da indecisão, vê-se que muitas vezes ela procede de causas alheias à vontade do indivíduo. Este tem, por exemplo, a idéia de fazer algo, quer dizer, concebeu esta idéia; depois acaricia ou, melhor ainda, sente-se acariciado pela ilusão da idéia realizada; porém, eis então que, em vez de pôr mãos à obra, é tomado pelo temor de não saber concretizá-la na realidade e, ante a visão do fracasso, detém seus pensamentos e restringe sua vontade. Não obstante, a idéia está ali, em sua mente, acicatando-lhe o desejo até empurrá-lo à ação, a qual novamente é detida por outros pensamentos que lhe falam de sua incapacidade.

Como se pode explicar, nessas condições, o exercício do livre - arbítrio? Em tal circunstância, o indivíduo é, por acaso, dono de sua vontade?