domingo, 15 de janeiro de 2012

Poesia de Denise Severgnini - Com a música do meu coração; ROMANTISMO; CORAGEM



Poesia de Denise Severgnini - Com a música do meu coração; ROMANTISMO; CORAGEM   
 
 Com a música do meu coração
Com a música do meu coração
 Componho-te um recital de amor:
 Do_mino o medo da entrega
 Re_faço-me na tua emoção
 Mi_nha necessidade essencial

ROMANTISMO

Oh! Doce amada!
 Tomo tuas delicadas mãos
 Dentre as minhas.
 Assento nelas um beijo respeitoso.
 Oferto-te, meu amor,
 Como terno relicário
 Repleno de anseio.
 Meu coração lateja,
 Ao vislumbrar tua lívida fácies,
 Teu vulto plácido
 Como a afável pétala da rosa!

CORAGEM

 Calamidades surgem de imprevisto
 Causam transtornos existenciais.
 Coração constrito persevera,
 Chorando silente ao acontecido.
 Conduzir a vida com novo alento,
 Conquistando as vitórias na desolação.
 Crer na Força de um Ser Superior.

Leia este tema completo a partir de 16/1/2012

Poesia de Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz - Perdas; Feliz Aniversário!; Namoro de antanho



Poesia de Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz - Perdas; Feliz Aniversário!; Namoro de antanho 

 Perdas

Bolhinhas de sabão, o vento está tão forte!
 Vai levá-las prá longe, distante do além.
 Bolhinhas de sabão, como eu não tenho sorte!
 Vocês estão levando os meus sonhos também...
 Se todas vão partindo em busca de aventura,
 de novas coisas belas, mundos mais risonhos,
 de que me vale tudo? Somente a desventura
 já chora de tristeza ao me roubarem sonhos...

Feliz Aniversário! 

és bela tão formosa, encanto cristalino,
 Não és qualquer sentido ou ilusão fugaz;
 Resguardas ao teu canto um tom alexandrino,
 Flor lírica e sublime - um sonho só de Paz!
 Ao elemento Terra abrigas teu destino,
 Trafegas docemente e às Luas és fullgás;
 Alcanças cada verbo, és culta, trato fino,
 Luz plena multicor – um dom que não desfaz!
 O amor em ti verdade é tom de realeza,

Namoro de antanho

à janela da donzela, habitava tanto sonho,
 pois antevia nas ruas, muito ardor e emoção!
 Somente ela sabia, somente ela sentia, quão bisonho
 e sedutor era o delírio escondido num canto do coração...
 Rosto rúbio, bem formosa, baton vermelho na boca,
 corpete justo à cintura, de rendas feitas a mão,
 espreitava todo dia, vestido cobrindo a pernoca,
 o moço do terno branco – a saudar - chapéu na mão!


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Poesia de Marcos Loures - PRAZER...; AMOR, AMOR...; OS SEUS RASTROS



Poesia de Marcos Loures - PRAZER...; AMOR, AMOR...; OS SEUS RASTROS

 PRAZER...
 
 Não quero mais saber se terei paz,
 Apenas te decoro passo a passo,
 De tanto que sonhei sou bem capaz
 De mergulhar bem fundo cada espaço.
 Não sei se mais desejo ou se te quero
 Apenas comemoro teu prazer
 Envolto nos teus braços desespero
 E sigo com vontade de te ter...

 AMOR, AMOR...

Vivendo tanto tempo sem abrigo,
 Dispersos sentimentos, sem ter sol...
 Achando não correr qualquer perigo,
 Andando nestas trevas, sem farol...
 As ondas não molhavam nem lambiam
 As pernas tão distantes das areias...
 Tampouco, sem amor, elas sabiam,
 Das luas e das vidas, amplas, cheias...

 OS SEUS RASTROS

Amor, neste lugar onde persigo
 Os rastros dos teus passos melindrosos.
 Não sei por quantas vezes eu consigo
 Saber de nossos sonhos mais formosos.
 Preciso me encontrar, sem te temer.
 Porque em meus olhos surge tal imagem
 Da morte e da vontade de viver,
 Em luta que pernoita essa visagem.

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Poesia de Carlos Camões Galhardas - Libertação da Alma; O Silêncio das Palavras; Poesia triste



Poesia de Carlos Camões Galhardas - Libertação da Alma; O Silêncio das Palavras; Poesia triste

 Libertação da Alma
 
 Ouço os sons da noite entrelaçados
 E cheiro suaves aromas que reconheço...
 Dois corpos nus p'lo chão jazem prostrados
 Libertando a alma para um novo começo.

A alma flui nos mistérios que encerra
 Levando aos céus o que só ela contém...
 O corpo hirto e findo fecunda a terra
 Para o espírito liberto fluir mais além.

O Silêncio das Palavras

 Olhei para ti fixamente,
 Um olhar parado, mudo…
 Nas faces um silêncio triste
 De palavras sem ruído.
 Quando me vi perdido...
 Olhaste para mim, sorriste,
 Desvendaste os teus segredos
 Nesse olhar docemente!

Olhando lágrimas que escorriam
 Pelas faces já envelhecidas…
 Abraçados assim permaneceram
 Como em tempos antigos.

Poesia triste
 
 Mais triste que poesia triste,
 Só mesmo a tristeza
 De não ser capaz de escrever.
 Quando a inspiração persiste
 Em abandonar com firmeza
 A mão trémula em seu saber,
 Nada mais existe...
 Tudo é uma incerteza
 Nessa forma de ser.
 Feliz de quem não desiste
 Na sua imensa beleza,
 E a todos parecer

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POESIA DE JORGE BRITES - PROCURO...; 5 quadras de António Aleixo; QUANDO ESTOU CONTIGO



POESIA DE JORGE BRITES - PROCURO...; 5 quadras de António Aleixo; QUANDO ESTOU CONTIGO

 Jorge Manuel Brites Pereira
 PROCURO...
 
 Meu amor...
 Procuro teus braços,
 Para me amparares !
 ... Procuro teus abraços,
 Para me afagares !
 Procuro teu coração,
 Para me amares !
 Procuro soltar a minha mágoa,
 Expulsar a minha dor
 Que dilacera meu coração !
 Procuro por ti,
 Por mim, por nós !

5 quadras de António Aleixo
 
 Numa altura em que Portugal atravessa uma das
 piores crises de sempre, causada e criada na maioria
 das situações pelos nossos governantes ao longo
 dos tempos, trago 5 quadras de António Aleixo,
 para mim um dos melhores escritores populares
da nossa história, retratando na perfeição esse facto.
 Relembro, que estas quadras têm décadas e que
 ilustram bem o momento presente.
 António Aleixo, nasceu em 1899 e faleceu em 1949.

QUANDO ESTOU CONTIGO
 
 Quando estou contigo...
 Me dá uma vontade louca
 De te abraçar,
 Beijar, acariciar !
 Quando estou contigo...
 Esqueço o mundo lá fora,
 Sinto-me parado no tempo !
 Por todo o bem que me fazes,
 Por seres tão forte,
 Por me fazeres sorrir,
 Por me deixares sonhar,
 Por me fazeres viver,
 Por essa alma linda
 Que Deus te deu,


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Textos poéticos de Joaquim Nogueira



Textos poéticos de Joaquim Nogueira
 
 eu«…amo desde o momento que quero amar até ao momento em que decido não amar… para amar é preciso querer amar como quem tem frio e quer calor ou como quem está cansado e quer descansar… tão simples quanto isso: é apenas um acto de exercício de um querer…

não amamos por amar ou porque fomos aprender a amar como quem vai aprender uma nova disciplina; só se aprende uma nova ciência desde que se queira aprender; é preciso querer aprender; ninguém é obrigado a amar como ninguém é obrigado a não amar ou até mesmo a odiar…

para amarmos é preciso que se queira amar: dizer mesmo – eu quero – e sentirmos que esse é um querer simples e sem artifícios… amar é uma entrega absoluta sem qualquer barreira, mesmo que magoe, que fira, que não seja o que pensávamos que seria…

amar é uma dádiva e não um receber o que quer que seja, dando-nos para além de nós próprios mesmo que isso signifique perder alguma coisa… amar pode ser a perda de nós mesmos em prol de alguém que precise mais de mim do que eu próprio preciso e pode significar, portanto, dor, lágrima, choro, tristeza, amargura, infelicidade, desespero, quiçá até mesmo desamor…


João Manuel de Brito de Sousa - Biografia e Bibliografia



João Manuel de Brito de Sousa - Biografia e Bibliografia
 
 João Manuel de Brito de Sousa, nasceu em Faro em 1942.
 

 Formação Académica:

 1963 - Curso de Professor do Ensino Primário, com a classificação de 14 valores pela Escola do Magistério Primário de Faro.
 1971 - Bacharelato em Contabilidade, com a classificação de 13.2 valores, pelo (ISCAL) Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa.
 1998 -Licenciatura em Contabilidade e Administração Fiscal, com a classificação de 12 valores pelo (ISCAL) Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa.
 2001-Doutorando em Economía Financiera y Contabilidad na Universidad de Extremadura em Badajoz.
 2003 - Presentación de Projecto de Tesina na linha de investigacão «O capital intelectual; sua valorização e contabilização»

Formação Profissional
 
-Frequência do Curso de Revisores Oficiais de Contas.
-Curso de Preparação Pedagógica de Formadores, com diploma CAP para Formadores.
-Curso de Informática; Word; Excel; Acess; Power Point, Windows XP.
 Formação adicional
 Seminário «Implicações Fiscais e Contabilísticas do EURO»- Universidade Moderna
 Contabilidade da era do EURO - Universidade Aberta
 As Tecnologias de Informação na modernização das Execuções Fiscais