domingo, 4 de dezembro de 2011

POEMAS DE NATAL - Por Ivone Boechat - O poder do Natal ; O pinheirinho; Esta árvore chama-se «Você»



POEMAS DE NATAL - Por Ivone Boechat - O poder do Natal ; O pinheirinho; Esta árvore chama-se «Você»

 
O poder do Natal

Luzes, cores, carinho, festa,
 traduzem a alegria do povo
 que se manifesta,
 comemorando
novo significado de viver!
 Há perfume de cipreste no ar,
 um colorido em cada veste,
 esperança em cada olhar,
sinfonia celeste de poder.

O pinheirinho

O pinheirinho guarda
 segredos, saudades,
 esconde medos,
 abriga esperanças,
 acende lembranças,
 enredo de muitas idades.
 No pinheirinho há lágrimas escondidas.
 pedidos pendurados,
 por carências adiados,
 na efervescência da vida.

Esta árvore chama-se «Você»

«Você» está muito sobrecarregado,
 não exija tanto brilho
 de «Você»,
 brilhe sempre,
não ponha todo o peso do brilho
em «Você».
Todo mundo acha linda
a sua disposição de dar,
deixe uns pacotes reservados
 para «Você».
 Desocupe um pouco os braços,
 aperte mais a quem


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Conto de Cremilde Vieira da Cruz - Avómi - A História da Glória



Conto de Cremilde Vieira da Cruz - Avómi - A História da Glória

A Ritinha gosta muito de histórias, sabe algumas e gosta muito das histórias que a mãe conta:

Livrinho amarelo
 gancho no cabelo
 Ritinha conta
 histórias que encantam
 Muito inteligente
 também divertida
 faz rir toda a gente
 e é muito amiga
 logo pela manhã
 acorda a mamã
- Conta uma história!
 aquela da Glória!

Então a mãe conta-lhe a história da Glória:
 Mãe - A Glória é uma menina de quatro anos que está numa Creche, porque a mãe trabalha e não pode dar-lhe assistência durante o dia.
 Rita - é como eu, não é mamã?
 Mãe - é sim, minha filha! Posso continuar?
 Rita - Sim, mamã, que eu gosto muito das tuas histórias!
 Mãe - Logo pela manhã vai o pai ou a mãe levá-la à Creche, despedem-se com um beijinho e vão para os seus empregos.
 Rita - Para ganhar dinheirinho, não é mamã?
 Mãe - Claro, Ritinha ! A menina já sabe que é! Interrompe tantas vezes, que daqui a pouco vou esquecer-me da história.
 Rita - Pronto, mamã! Prometo que não interrompo mais.

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Poesia de Cremilde Vieira da Cruz - Seiva; Semblante do Mar



Poesia de Cremilde Vieira da Cruz - Seiva; Semblante do Mar
 
 Seiva
 
 (Meu sonho transformado)

O dia respinga sol
 Na cidade em festa,
 No vaivém de janelas acesas,
 Telhados floridos.
 Na música do asfalto
 O eco duma palavra
 Antiga,
 Distante,
 Mas florida.
 Se fosse Inverno
 E o dia respingasse chuva,
 Seria igual.

Semblante do Mar
 
 Foi o crepúsculo.
 Adormeceram os pássaros
 Nos galhos das árvores sossegadas.
 O luar abriu-se no céu
 E também as estrelas,
 Manto de luz cintilante.
 Ali ao lado
 é a faina dos pescadores,
 Semblante carregado de dureza!
 Lançam rede,
 Puxam rede...
 Lançam linha,
 Puxam linha...
 Queimados de cansaço,
 Queimados de dureza!
 é dura, a dureza do mar!

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sábado, 3 de dezembro de 2011

POESIA DE JORGE BRITES - Maior Experiência; Livro Editado; Sempre grato



POESIA DE JORGE BRITES - Maior Experiência; Livro Editado; Sempre grato


 Maior Experiência
 
 Meu amor...
 Amar-te é a maior
 Experiência na minha vida !
 ... é espantoso quantas vezes
 Eu penso em ti !
 Tu és tudo que um dia
 Pedi para mim !
 Tu dás o que ninguém
 Mais pode dar !
 Tu fazes o que ninguém
 Mais pode fazer !
 Fizeste-me ver...
 Que a maior e mais verdadeira

Jorge Manuel Brites Pereira

 Livro Editado
 
 Alguém me perguntou um dia
 Para quando um livro publicado
 Respondi com imensa alegria
 Que com isso não estava obcecado
 Algum tempo já passado
 Comecei a melhor pensar
 Porque não um livro editado
 De Poesia bem popular
 Com a decisão quase tomada
 Fica minha mente descansada
 E aguardarei este desafio

Jorge Manuel Brites Pereira

 Sempre grato
 
 Meu amor,
 Estou e serei eternamente agradecido...
 Por toda a alegria
 Que trouxeste para a minha vida,
 Pela força que me dás
 Quando estou fraco,
 Pela imensa paciência
 Quando me escutas !
 Contigo a meu lado,
 Vivo...sonho,
 Sorrio para o futuro !
 Por tua causa,
 O meu mundo é um mundo melhor !

Jorge Manuel Brites Pereira

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Poesia de Carlos Camões Galhardas - Jardim do Segredo; Utopia (25 de Abril de 1979); «Primavera Florida»



Poesia de Carlos Camões Galhardas - Jardim do Segredo; Utopia (25 de Abril de 1979); «Primavera Florida»

 Jardim do Segredo
 
 Acordei com gélida sensação de frio
 Tinha eu morrido quando era sol posto…
 De pronto erguido, sentimento vazio,
 Pensei: será que no sono havia morto?

Um estranho silêncio na minha mente
 Percorreu pela manhã o pensamento,
 E sentindo-me num sonho inquietante
 Acabei desperto nesse preciso momento.

Utopia (25 de Abril de 1979)

 Lembra-me ainda Menino
 De ouvir uma canção...
 Um mundo, o mesmo hino,
 Todos juntos numa nação!

Mais tarde, era eu Rapaz,
 Uma outra canção ouvir…
 Para alcançar a santa paz
 A guerra não devemos servir!

Depois já Adulto
 E de tanto se falar,
 Que só a muito custo
 O planeta vamos salvar!?...

«Primavera Florida»
 
 Linda a primavera quando floresce
 Nos campos imensos do Alentejo,
 Em lugares singelos onde revejo...
 O mesmo olhar sempre permanece.

Brotam da terra formosas flores
 Para o céu que as vê florir,
 Parecem estar ali para sorrir
 As mais belas e variadas cores!

Ninguém lhes traça um destino
 Na sua curta e breve passagem…
 Florescem às mil na paisagem
 Por obra e graça do Divino!

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PINTURA - CARLO LEVI



PINTURA - CARLO LEVI

O pintor, escritor e político italiano Carlo Levi, nasceu em Turim, a 29 de Novembro de 1902. Doutorou-se em medicina mas nunca exerceu a profissão, dedicando-se exclusivamente à pintura e literatura. Activista e anti-fascista, foi um político independente pelos comunistas ao senado italiano, entre 1963 e 1972.

BREVE BIOGRAFIA

O escritor e pintor italiano Carlo Levi (1902-1975), conhecido como um líder anti-fascista durante a ditadura de Mussolini, teve um enorme sucesso internacional com seu sensacional livro «Cristo parou em Eboli» em 1945.

Carlo Levi nasceu em 29 de Novembro de 1902, em Turim, Itália. Embora tenha recebido uma licenciatura em medicina da Universidade de Turim, nunca chegou a exercer medicina. Em vez disso seguiu a pintura e outras actividades literárias.

Ao longo da sua vida, Levi foi uma figura proeminente na cena artística romana.

Muitas das pinturas de Levi concentram-se na figura humana, o que demonstra a sua crença no homem como centro do universo:

«-Qualquer arte que não se dirige ao homem como um todo, está destinada ao fracasso!»



sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

TRABALHOS SOBRE O NATAL DE 2009 e 2008 - Comentários e trabalhos de Colaboradores, leitores e amigos do Raizonline



TRABALHOS SOBRE O NATAL DE 2009 - Comentários e trabalhos de Colaboradores, leitores e amigos do Raizonline

Concerto de Natal - E com alegria que vos convidamos para o nosso concerto de Natal, a nossa oferta a toda a população farense e fãs da musica coral. Apareçam dia 21 (Segunda feira) na Igreja da Sé de Faro, para receberem as boas festas do Grupo Coral Ossónoba.
As personagens do meu Natal - Crónica por Maria das Candeias Leal - Estava quase tudo pronto! O peru no forno, as batatas cozidas para o puré, o recheio, os vegetais. Pois não queria que faltasse nada às minhas personagens na ceia deste Natal. Elas eram tão importantes que me sentia uma felizarda por tê-las em minha casa na noite da Consoada.
Coluna de Rosa Pena - Crónica - O Natal é vermelho - A mãe já estava entrando na terceira idade e começava a sentir aquela pontinha de desânimo, aquele tanto faz como tanto fez, entre eles... armar a árvore de Natal, fazer ceia.
- Desmemória - Crónica - Hoje pela manhã vi homens trabalhando arduamente para colocarem enfeites de Natal nas vias. Subiam em postes, botavam lâmpadas e ao mesmo tempo espantavam os meninos de rua que por ali perambulavam atraídos pelo brilho.
Uma crónica de Natal - Prosa de Ilona Bastos - São felizes as recordações que guardo dos Natais da minha infância. Reconheço que algumas das memórias possam ter sido douradas pelo tempo, mas sei, também, que se ao pensar nos Natais de então os sinto como felizes, é porque essas festas antigas algumas sementes de felicidade em mim depositaram, fazendo germinar as imagens que agora contemplo.
Memória de Natal - Por Daniel Teixeira - O período do Natal é sempre um tempo para memórias e mais memórias. Ele são aquelas memórias que nos acompanham no dia a dia, as que aparecem especialmente para festejar connosco o período natalício e por último e para mim as mais importantes por agora, há aquelas memórias que nos são contadas por aqueles que encontramos nas nossas carinhosas consoadas e que normalmente apenas vemos uma ou duas vezes por ano ou nem isso.
Poesia de Natal por Patricia Neme - FELIZ NATAL? - Poema.
Maria da Fonseca - Poemas de Natal - NOVO NATAL - 2009; TRADIÇÃO DO NATAL ; NATAL
Coluna de Liliana Josué - NATAL - Poema - AS ESTRELAS NO NATAL
-Prosa Poética - Cristais de gelo vestiram meu corpo de frio; pedras lindas, preciosas; lágrimas do céu debulhadas pelo chão. E tudo se tingiu de branco transparente.
Feliz Natal! / Feliz Natal! Por Marcelo Torca - A sua mensagem de natal está em: http://natal.macrisan.net/ -
Missa de Natal 2009 - Por Marcelo Torca.
NATAL FELIZ PARA TODOS - Poema de João Furtado
Poemas de Natal - Por Arlete Piedade... - Reis Magos - Natal de Mudança - Significado do Natal
Poemas de NATAL E ANO 2010 Por Sandra Fayad - DE OLHO NA ESTRELA GUIA - DOIS MIL E DEZ DESEJOS
Colunas de Francis Raposo Ferreira
Poema: A Minha arvore de Natal; Poema: Amor, fruto do Natal; Poema: Feliz Natal;
Conto : Sonho de Natal - Belinha não era bela só de nome, ela era, mesmo, uma miúda de quem toda a gente gostava, além de ser uma miúda bonita, ela era extremamente prestável, sempre pronta a ajudar quem precisasse, fosse na escola ou fosse na sua vida diária.
Carta ao Pai Natal (I)
Querido Pai Natal:
Desculpa estar a incomodar-te outra vez, eu sei que te tinha prometido que me ia deixar destas coisas, que já não tenho idade para andar metido nestas coisas, que Tu precisas de todo o teu precioso tempo para responderes aos milhares de cartas que recebes de crianças de todo o mundo, mas foi precisamente por causa das crianças que eu resolvi voltar a escrever-te, ou melhor, foi por causa das crianças mas não só, foi também por causa dos velhos, sim já sabes que prefiro chamar-lhes velhos com carinho do que idosos com hipocrisia, e ainda por causa dos doentes, enfim, por causa dos desprotegidos da vida, sim porque os outros têm muito quem escreva por eles, felizmente.
Carta ao Pai Natal (II)
Lisboa
Querido Pai Natal:
Eu sei que já não tenho idade, mais de 50 anos, para escrever cartas ao Pai Natal, e muito menos para ainda acreditar no Pai Natal, mas como eu não quero matar a criança que continua a viver dentro de mim, continuo a acreditar no Pai Natal.