sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

TRABALHOS DE NATAL (2010) - Trabalhos de Natal para o Jornal e Rádio Raizonline - Organização de Arlete Piedade - Indice de Trabalhos e Autores:



TRABALHOS DE NATAL (2010) - Trabalhos de Natal para o Jornal e Rádio Raizonline - Organização de Arlete Piedade - Indice de Trabalhos e Autores:

Natal - Arlete Piedade - pag. 2
E Novo Natal Menino - Wandisley Garcia - pag. 2
Natal de Esperança - Manuela Silva Neves - pag. 3
Natal - Emanuel Pimentel - pag. 4
Natal do Miudo - Carlos Cardoso Luís - pag. 5
O Natal deveria ser - Fernando Peixoto - pag. 6
Natal - Varenka de Fátima - pag. 7
Espírito de Natal - Cecília Rodrigues - pág. 8
O Presépio - Maria da Fonseca - pag. 9
Natal de Hoje - Lídia Frade - 10
Natal Perdido no Tempo - Lídia Frade - pag. 11
Ano NovoIII Vida NovaIII - Lidia Frade - pag. 13
Pelo Natal - Francisco Coimbra - pag. 14
Natal - Francisco Coimbra - pag. 14
No Natal - Francisco Coimbra - pag. 14
De Olho na Estrela-Guia - Sandra Fayad - pag. 15
E Natal - Cremilde Vieira da Cruz - pag. 16
Alegria de Natal - Cremilde Vieira da Cruz - pag. 17
Natal - Cremilde Vieira da Cruz - pag. 18
O que é Natal? - Cremilde Vieira da Cruz - pag. 19
Outono/Inverno - Cremilde Vieira da Cruz - pag. 19
Quero Acreditar - Francis Raposo Ferreira- pag. 20
Pai Natal - Sanio Aguiar Morgado - pag. 21
Natal - Liliana Josué - pag. 22
Festa Natalina - Sandra Fayad - pag. 23
O Princípio - Filipe Papança - pag. 24
Extremos - Humberto Rodrigues Neto - pag. 25
E Natal - Eugénio de Sá - pag. 25
Natal - Lenir Moura - pag. 26
Feliz Natal e Próspero Ano Novo(Acróstico) - João Furtado - pag. 27
O Natal - Wandisley Garcia - pag. 28
Natal Prometido - Pinhal Dias - pag. 29
Natal - Pinhal Dias - pag. 30
Noite de Natal - Edvaldo Rosa - pag. 31
Natal Dentro de Mim - Acas - pag. 32
Onde Encontraremos o Natal? - Murilo Moreira Veras - pag. 36
Solidão Acompanhada - Manuela Baptista - pag. 39
O Natal é Ter - Ricardo Augusto Costa - pag. 39
No Próximo Ano - Sandra Fayad - pag. 40
A Estrela - Arlete Piedade - pag. 41

Contos de Natal:

Vento Norte, Neve e Vento Sul - Dulce Rodrigues - pag. 43
Noite de Natal - Denise Severgnini - pag. 48
A Lenda do Pinheiro - Dulce Rodrigues - pag. 50
A Lenda das Pinhas de Prata - Dulce Rodrigues - pag. 52
O Novo Natal - Sandra Fayad - pag. 53
Aquela Boneca de Porcelana - São Tomé - pag. 55
Conto de Natal - Leo Marques - pag. 56

Poemas Infantis de Natal:

Inocente Natal - Suely Lopes - pag. 58
Tradição de Natal - Maria da Fonseca - pag. 59
Natal - Denise Severgnini - pag. 60
Natal - Denise Severgnini - pag. 61
Nascimento de Jesus - Denise Severgnini - pag. 62
Estrela de Belém -Denise Severgnini - pag. 63
Vela do Natal - Denise Severgnini - pag. 63
Arvore de Natal - Denise Severgnini - pag. 63
Presente de Natal - Denise Severgnini - pag. 64
Presépio - Denise Severgnini - pag. 64
Anjinhos Natalinos - Denise Severgnini - pag. 64
Tempo de Natal - Maria da Fonseca - pag. 65
Natal de Jesus - Maria da Fonseca - pag. 66
No Natal - Maria da Fonseca - pag. 67
Natal - Maria da Fonseca - pag. 69
Tlim, Tlim, Tlim - Leo Marques - pag. 70
Conclusão: Natal pelo Mundo - Arlete Piedade - pag. 72

Leia este tema completo a partir de 5/12/2011

Civis - Faro - O que é, o que faz, como e porque se instituiu?



Civis - Faro - O que é, o que faz, como e porque se instituiu? 

 Nota da Redacção: Iniciamos neste número com a Civis um conjunto de textos de divulgação de organizações da sociedade civil.

 Declaração de Princípios

 1- A Constituição da República Portuguesa (C.R.P.) de 1976, revista em 1982, 1989 e 1992, ao consagrar os direitos, liberdades, e garantias civis e políticas dos cidadãos portugueses, criou as condições para o estabelecimento do Estado de Direito Democrático. Depois de quase meio século de poder autocrático, a dignidade do povo português foi-lhe restituída. Abriu-se, assim, um novo caminho de relançamento de Portugal no contexto das nações livres e democráticas.

2- Todavia, decorridos vinte anos de vigência da C.R.P., constata-se que a efectivação prática, no dia a dia de cada um, está longe de se concretizar e tem havido incumprimento do seu espírito e letra.

3- A vocação universalista do nosso país permite a abertura de um amplo espaço de intervenção. Por um lado, a opção que fizemos de aceitarmos fazer parte do futuro colectivo dos países que constituem a União Europeia e, por outro, a perspectiva de aprofundamento da cooperação e estabelecimento de relações mútuas com a vasta comunidade de Estados independentes de língua oficial portuguesa. Há interesses recíprocos que assentam na história e na língua comuns, os quais importa preservar, desenvolver e alargar.

4- Importa referir que nenhum português pode ficar indiferente aos desafios com que Portugal está confrontado. As transformações já operadas e as que se avizinham são da responsabilidade de todos e todos, sem excepção, devem participar na construção do futuro colectivo.

5- Esta Associação não visa opor-se ou sobrepor-se e muito menos subalternizar ou substituir quaisquer outras instituições representativas, quer sejam elas de natureza política, religiosa, profissional, sindical, ou outras, as quais são fundamentais e imprescindíveis numa sociedade democrática e pluralista. Os membros associados que a constituem aceitam o compromisso de honra de agirem no completo e rigoroso cumprimento do que está consagrado nos Estatutos.

6- A Associação tem como finalidade geral a defesa e o aprofundamento dos direitos individuais e colectivos dos cidadãos como instrumento de reforço de solidariedade social. Segundo os termos estatutários, e prioritariamente, procurará sensibilizar a opinião pública para a importância desses direitos no quadro do processo democrático, que se deseja cada vez mais empenhado participativo.

7- A Associação terá como fins específicos: a defesa da qualidade de vida, do ambiente, da educação, da saúde pública, da protecção do consumo de bens e serviços, da defesa do património cultural e do domínio público.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O povo cigano e a aculturação - Por Virgínia Teixeira



O povo cigano e a aculturação - Por Virgínia Teixeira

O povo cigano, cuja história é tão antiga que muita controvérsia tem gerado até quanto à sua génese (provavelmente da India, de escravos que fugiram e se espalharam pelo mundo) é um dos exemplos mais flagrantes no nosso País de um povo que tem vivido o processo de aculturação. Não se refere apenas a aculturação como comummente se concebe, num conceito mais similar à assimilação, mas também de mecanismos de perfeita separação da cultura maioritária, de alguma marginalização e até mesmo de integração (Berry, 1997, cit. por Verkuyten & Wolf, 2002).

No caso de Portugal é no século XVI que surgem as primeiras referências escritas sobre ciganos (Magano, 2007), já na altura ligadas à hostilidade e perseguição contra eles. Desde então vários castigos foram praticados contra esse povo, desde «a condenação às galés, deportações para as ex-colónias portuguesas e até a condenação à morte» (Maia Costa, 1995, cit. por Magano, 2007, pp. 3).

O povo cigano, enquanto cultura minoritária no seio de outras culturas, lutou durante séculos para manter a sua herança cultural, de forma tão arreigada que facilmente se percebe uma separação relativamente à cultura maioritária, e um «fechamento» em si mesmos que se expressou numa cultura de clã que funciona praticamente como uma comunidade autónoma, com uma organização social única, com leis e um tribunal próprio, tendo ainda uma língua particular decorrente de um encontro de diferentes dialectos (Benites, 1997, cit. por Alexandre, 2003), o Romanó ou Romani.

Podemos ainda distinguir três grupos principais: os Rom, os Sinti ou Manush e os Gitanos ou Cale que tem um dialecto particular, o caló (Alexandre, 2003).


IVONE BOECHAT - O Natal existe!



IVONE BOECHAT - O Natal existe!

Vamos supor que nada do que os homens acreditam sobre o Natal fosse verdade?
Que aquilo tudo que os profetas disseram sobre o nascimento de Jesus, indicando até o local, era somente uma historinha pra nenhum boi dormir na estrebaria mais bonita do mundo.

Que o coral de anjos nos céus de Belém, cantando a sinfonia maravilhosa, cuja letra a humanidade inteira sabe a letra (quem não canta é porque não quer, mas sabe) era somente para assustar e desmaiar pastores no campo...

Vamos supor que os reis magos, vindo de muito longe, do oriente, mais precisamente de Bagdá, carregando presentes caríssimos, era uma propina e que esses cientistas pesquisadores queriam somente passear, usurpando verbas, em jurisdição alheia, nas barbas de outro rei.

Vamos supor que a fuga da família para o Egito era somente uma excursão para gastar as milhas acumuladas no lombo do burrinho de Nazaré a Jerusalém. Ou que Herodes decretou a matança das crianças só para agradar os aliados da base do seu governo.

Vamos supor que a Escola que Jesus fundou na Galiléia com educação presencial e virtual, com módulos para o ensino à distância, escrito pelos alunos ou que a sua preocupação ao mostrar a importância do uso correto da rede, ensinando a acessar (web), convidando a Pedro Tiago e João para o seu twiter (segue-me...) ensinando a Pedro a se ligar ao provedor, dando-lhe a senha (Tudo o que ligares na terra...) foi só uma coincidência com a linguagem virtual de hoje.

Vamos supor que o sermão do monte era uma tese de doutorado, nada mais, e que os valores ensinados eram somente a oportunidade para implantar a merenda escolar, a cesta básica, o vale refeição, o exercício do Pai Nosso supervisionado.

Vamos supor que as curas maravilhosas, que não foram o foco principal do ministério de Jesus, mas sim o Seu plano de salvação, serviram somente para atiçar a inveja dos políticos milagreiros e que a cruz foi a sentença por um crime político de traição ao poder dos governantes.





Conto de Natal - «Ti Zé dos Chaços e o Farrusco» - Por Arlete Piedade



Conto de Natal - «Ti Zé dos Chaços e o Farrusco» - Por Arlete Piedade 

 O Ti Zé dos Chaços, tinha acabado de chegar á sua pobre cabana, perdida no meio da mata. Construída sobre umas velhas ruínas, tinha sido usada pelos madeireiros quando estes ainda vinham trabalhar por ali a abater as árvores, como os pinheiros e eucaliptos.

Mandou calar o seu fiel cão ao qual chamava Farrusco; tirou da cabeça um boné de piloto de Formula 1 que lhe tinha sido oferecido por um velho campeão seu amigo, assim como uma velha capa alentejana, que era o seu único agasalho. Depois de várias tentativas, conseguiu acender a fogueira, com a lenha molhada que tinha apanhado á chuva e colocou a panela ao lume para fazer uma sopa para o jantar dele e do cão.

 Quem tivesse conhecido o Ti Zé dos Chassos uns anos atrás, dificilmente o reconheceria agora. Tinha sido um bom mecânico de automóveis com um ordenado razoável. O meio social onde se movia, era vasto, pelo que tinha muitos amigos e algumas amigas.

Mas não podia esquecer aquela noite de Natal há muitos anos, quando resolveu aceitar o convite dos amigalhaços do futebol e das corridas, para celebrarem mais uma vitória e copo atrás de copo, conversa atrás de paleio, esqueceu-se por completo que era noite de Natal e que a sua Maria, grávida e quase a completar o tempo, o esperava para a consoada, apenas na companhia do cachorro que lhe tinha oferecido para ela não se queixar tanto das suas noitadas.




José Varzeano - Peter o inglês que veio para ficar...



José Varzeano - Peter o inglês que veio para ficar... 

Pequena nota

 Nunca falámos com Peter ainda que quando nos cruzávamos havia sempre um aceno de cabeça como saudação.Com a passagem dos anos, tornou-se uma pessoa carismática de Alcoutim, não tenho sobre isso a menor dúvida.
 
A quando do seu falecimento fizemos referência ao facto na nossa rubrica «Viagens sem Regresso» com os poucos elementos que dispúnhamos, mas entendíamos que era necessário escrever mais alguma coisa.
 
Como sabíamos que a nossa amiga, Dra. Alexandra Gradim cimentou uma amizade com Peter Francis, convidámo-la a escrever esse texto. é isso que temos o prazer de apresentar aos nossos leitores agradecendo à Dra. Alexandra Gradim o seu contributo.
 JV

 Escreve : Alexandra Gradim

Se estivesse entre nós, Peter completaria hoje (21 de Fevereiro de 2011) 77 anos. Os nossos destinos de pára-quedistas em Alcoutim (designação dada pelos alcoutenejos, àqueles que assentam «arraiais» na sua terra) cruzaram-se no seu barco Golden Miller, aportado no cais fluvial, por entre o entusiasmo infantil de duas dezenas de criaturas que procuravam comunicar na sua língua.


O Gato das Botas – Puss in Boots



O Gato das Botas – Puss in Boots
A aventura de «O Gato das Botas» promete ser uma viagem alucinante, passa-se antes do gato das botas se ter cruzado com Shrek e companhia em Shrek 2, e conta a história desta personagem que, em conjunto com o Humpty Dumpty e a gata Kitty Softpaws, tentam roubar a «galinha dos ovos de ouro». Como não poderia deixar de ser, o incontornável Antonio Banderas volta a emprestar a sua voz ao herói felino, ficando as vozes de Humpty Dumpty e Kitty entregues a Zach Galifianakis e Salma Hayek, respectivamente.

Sinopse:
Há muito, muito tempo, no país dos contos de fadas, vivia o lendário Gato das Botas (voz de Antonio Banderas), um corajoso felino possuidor de um génio peculiar e de uma coragem sem limites.
Apesar da sua reputação em todo o reino, o seu carisma e sedução são postos à prova quando conhece Kitty Patas Fofas (Salma Hayek), uma misteriosa gata mascarada, que não tenciona deixar-se levar em conversas e que ele descobre estar ligada a Humpty Alexander Dumpty (Zach Galifianakis), um seu amigo de infância.
Os três acabam assim envolvidos num plano de assalto a Jack e Jill (Billy Bob Thornton e Amy Sedaris), dois terríveis bandidos na posse de um antigo poder que ameaça o mundo. Porém, nada corre como esperado e a traição e a perfídia darão o mote a esta grande aventura.

Um filme de animação, realizado por Chris Miller («Shrek o Terceiro», «Chovem Almôndegas»), sobre o passado do gato que conquistou os espectadores de todo o mundo na sua primeira aparição no grande ecrã em 2004, no segundo filme de Shrek.

Leia este tema completo a partir de 5/12/2011