sábado, 22 de outubro de 2011

Página de Poesia - De Arlete Deretti Fernandes - As Flores do Meu Jardim; Duo: Arlete Brasil Deretti Fernandes e Hildebrando Menezes - Amado meu - Amada minha



Página de Poesia - De Arlete Deretti Fernandes - As Flores do Meu Jardim; Duo: Arlete Brasil Deretti Fernandes e Hildebrando Menezes - Amado meu - Amada minha
 
 As Flores do Meu Jardim
 
 Fui eu que as plantei,
 Elas são como minhas filhas.
 Por isso as reverencio,
 E alegre as vejo crescer todo dia.

São alamandas cor de vinho,
 Buganvíleas de cachos coloridos,
 Gerâneos pendurados nas floreiras.
 Enfeitam as janelas lindas trepadeiras.

Duo: Arlete Brasil Deretti Fernandes (Amado meu) e Hildebrando Menezes (Amada minha)

 Amado meu, sentimento e razão
 Como duas raízes entrelaçaram-nos.
 A roseira enredou os ramos nos pilares
 Com firmeza, e floriu em profusão.
 
 Amada minha, almejo acoplar nesta lavra
 Aprecio a cópula de tuas letras derramadas
 Que formam e abraçam estas palavras
 No orgasmo poético destas estrofes

Leia este tema completo a partir de 24/10/2011

Culinária e Doçaria por Karolina Felipe - Sorvete de Côco; Suspiros; Vatapá



Culinária e Doçaria por Karolina Felipe - Sorvete de Côco; Suspiros; Vatapá

Sorvete de Côco


Ingredientes:

1 xícara de chá de côco ralado
2 xícaras de chá de açúcar
1 colher de sopa de maisena
1/2 litro de leite
2 claras 1/2 lata de creme de leite

Modo de preparo:

Ponha o côco e uma xícara de açúcar na panela e leve ao fogo mexendo até derreter o açúcar
Acrescente a maisena bem dissolvida no leite e mexa até ferver
Desligue o fogo e mexa o creme até ficar morno
Bata as claras em neve e adiciona o açúcar restante, o creme reservado e o creme de leite
Ponha essa mistura em uma forma, ou forminhas de gelo, leve ao congelador e deixe até endurecer.
Bom apetite!

Leia este tema completo a partir de 24/10/2011

O Grito do Galo - Crónica de São Tomé



O Grito do Galo - Crónica de São Tomé
Quem são os culpados da situação alarmante em que mergulhou o nosso país? A conjuntura internacional? Talvez em parte; mas, o verdadeiro mal, não entrou por aí.
Foram passos mal dados, desde o 25 de Abril de 1974, com os sucessivos desmandos de todos os governos desde então. Esses sim: são os verdadeiros culpados da precária situação em que o país se encontra.

Todos fizeram maus governos, foram coniventes com a alta corrupção. Eles quiseram monopolizar a economia, deixando os seus ministros criarem empresas fantasmas para açambarcarem os fundos da CEE, destinados ao desenvolvimento de novos projectos.

Empresas particulares que se candidatassem a esses fundos, os seus projectos ou não eram aprovados ou ficavam esquecidos nas gavetas dos analistas dos gabinetes governamentais, para não concorrerem com as suas propostas, sempre super - valorizadas no acto da adjudicação, sem contar com os posteriores desvios, duplicando ou triplicando o valor inicial de cada projecto.

E a Segurança Social, desfalcada pelos constantes subsídios atribuídos àqueles que nada produzem? E a imigração ilegal, com o envio de remessas para os seus países de origem, sem fazerem quaisquer descontos? São divisas que saem, sem retorno...
Portugal é um país à beira do abismo!

Com uma justiça cega, branda e morosa, com leis obsoletas e inadequadas para as fronteiras abertas. Com marginais à solta – a insegurança e o medo batem cada vez mais à porta do pacato e honesto cidadão.

Quem irá responsabilizar os verdadeiros culpados a coberto da imunidade parlamentar?
Quem é que os vai obrigar a devolver ao país, tudo o que nos tiraram indevidamente ou ilegalmente?..



 

Recordar o Raizonline - Textos de numeros de arquivo - COBRA NORATO - Por Antônio Carlos Affonso dos Santos ACAS- Trabalho inicialmente publicado no nº 13 de Março de 2009



Recordar o Raizonline - Textos de numeros de arquivo - COBRA NORATO - Por Antônio Carlos Affonso dos Santos ACAS- Trabalho inicialmente publicado no nº 13 de Março de 2009

Este texto foi extraído do texto em prosa de Câmara Cascudo, a respeito do folclore Paraense. Demorei três meses para concluí-lo. Espero que gostem.
Minha intenção é difundir o mito. Consta nos Anais que, quem encontrou essa história e a registou, em 1921, foi Raul Bopp, um gaúcho (1898-1984). Nessa época ele fazia pesquisas na Amazónia, onde o mito era contado oralmente e repassada, geração a geração dessa mesma forma.

Raul Bopp a publicou em 1931. Antes, em 1922, fez parte do Grupo Antropofágico e Modernista Paulista e participou com Oswald de Andrade dos Movimentos Pau-Brasil e Semana da Arte Moderna.
Esta história era, originalmente «conto infantil». A obra de Raul Bopp e seu amor ao folclore e à música fizeram com que o Maestro, Compositor, Músico, Escritor e Folclorista Waldemar Henrique (1905-1995) compusesse uma peça musical com o nome «Cobra Grande».
No Teatro o Grupo Giramundo - Teatro de Bonecos, fez a primeira e vitoriosa montagem em 1979; peça que se tornou um «clássico» no Brasil. (Foto abaixo)

Foi na beira do Trombetas,
Que nasceu o Honorato
Filho de índia tapuia
Moça forte, índia porã
Que além do filho Norato
Teve Maria Caninana, sua irmã
O Norato e a Caninana
Foram concebidos quando a mãe
Muito feliz no rio se banhava
-Foi encanto da cobra grande
Que então ali se desenrolava!
Nasceram gêmeos; só a mãe e Tupã
Os viu de perto: os gêmeos eram
Cobras de couro, escuro e brilhantes
Mas o tempo e Tupã se encarregou
De mostrar, muito além desses semblantes

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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Crónicas «Ver e Sentir» - Por Cristina Maia Caetano - (LXXVI)



Crónicas «Ver e Sentir» - Por Cristina Maia Caetano - (LXXVI)
Muitas são as dúvidas acerca do que se é ser intuitivo.
Muitas são as dúvidas de como se comporta uma pessoa intuitiva.
Muitas são as vezes, que perante uma clara adivinhação intuitiva certamente estamos.
Seguramente, muitas são as pessoas que conhecemos que se regem claramente pela intuição, mesmo que ideia disso, não tenham.

Amiúde, cada um de nós é um claro exemplo de intuição ambulante.
Amiúde, despontam surpresas perante uma qualquer frase aparentemente adivinhadora acerca de um qualquer acontecimento.

Amiúde, várias são as situações que alguém previu, sentiu e pressentiu algo mesmo antes de acontecer.
Sim, disso todos nós temos consciência, mesmo que não a queremos ter! A dúvida no entanto permanece em torno de «como o fazem e como o conseguem»?
Segundo Shakti Gawain, de uma forma simples, olha para este fenómeno como «Aqueles que são», no seu livro Vivendo na luz, pg. 118, como sendo normalmente pessoas «Virados principalmente para a sua harmonia interior, estimulam simplesmente o ser. Sabem como se descontrair e ver as coisas pelo lado bom. Apreciam os prazeres subtis da vida, sabem como nutrir-se a si e aos outros, e sabem também como se divertir. São normalmente flexíveis e ficam felizes por «planar» num tempo não estruturado.
Têm dificuldade em agir. Temem exteriorizar-se de uma maneira nova ou pouco usual e têm tendência para se retraírem muito. Não se afirmam muito e têm muitas vezes dificuldade em exprimir os seus sentimentos ou opiniões. Preocupam-se muito com o que os outros vão pensar deles. Podem ter dificuldade em sentir-se bem no mundo e ter falta de confiança para lidar com os outros, com os negócios e com o dinheiro. A sua energia feminina está mais desenvolvida e sentem-se embaraçados e poucos confiantes com o seu lado masculino mais virado para o exterior».

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Poesia de Maria Custódia Pereira - CONFESSO; MULHER PORTUGUESA; ALTAS HORAS



Poesia de Maria Custódia Pereira - CONFESSO; MULHER PORTUGUESA; ALTAS HORAS

CONFESSO

Confesso que sou feliz
Confesso ser verdade,
Tenho o que sempre quis
Tenho paz e liberdade.

Confesso que sou amiga
Nada faço por maldade,
Nada quero com a intriga
Só defendo a verdade.

MULHER PORTUGUESA
A mulher portuguesa
Se for bem acarinhada.
Mostrará sua pureza
Sem a isso ser obrigada.

Amor nunca lhe falta
é a melhor a beijar,
Tem o cio sempre em alta
Sempre pronta para amar.

ALTAS HORAS
Altas horas, triste... Sozinha,
Procuro algo para me entreter,
Oiço música, mas muito baixinha
E vou tentando assim escrever.

O coração bate aceleradamente,
As pernas tremem de tanto cansaço,
Mas mesmo assim vivo contente
E deixo para todos, o meu abraço.

Leia este tema completo a partir de 24/10/2011

POESIAS DE VALDO SANTOS - neste navio eu embarco; suave tentação; enquanto no meu coração



POESIAS DE VALDO SANTOS - neste navio eu embarco; suave tentação; enquanto no meu coração

neste navio eu embarco
neste barco
feito de um poema de amor
que nasceu numa folha de papel
escrito por alguém
que nunca fora escritor..
nos seus sonhos eu velejo
sobre os ventos do desejo
não sou marinheiro, nem um conquistador
sou apenas um mero e eterno sonhador...

suave tentação
deixada pelo teu olhar
que em mim despertou
este desejo de te amar
eu sou como o sol e tu como a lua
por vezes nos encontramos no mar
por vezes me cruzo contigo no céu
e me apaixono pelo teu luar
doce perdição que me levas a sonhar
nos meus sonhos eu te tenho
te alcanço ,lá posso te abraçar
se na realidade não te posso ter
quero dormir e não mais acordar..
quero passear contigo pelas estrelas

enquanto no meu coração
houver vida e ele bater..
haverá sempre um motivo
para eu fazer nascer
a minha vontade de plantar
as sementes de amar
e nele cultivar
todos os sentimentos
que me fazem continuar a sonhar
e me fazem acreditar
que neste mundo
ainda existe um cantinho
para o amor criar
e deste germinar
que a felicidade á alegria
se possam juntar

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