domingo, 18 de setembro de 2011

DIARIO DE UMA DIVORCIADA - O LIVRO!:))



DIARIO DE UMA DIVORCIADA - O LIVRO!:))

O Diário de uma divorciada está de volta sob a forma de livro. Uma selecção de textos e desabafos postos em papel, em jeito de manual de sobrevivência, com um invólucro moderno e leve que fica sempre bem em qualquer cabeceira.

Sei que muitos dos seguidores do Diário já esperavam por este momento há muito e acredito que estarão quase tão felizes quanto eu com mais este pequeno passo num percurso feito a muitos pés. Obrigada a todos os que acreditaram em mim. Obrigada pela força, pelas lágrimas e gargalhadas partilhadas e obrigada por terem tornado possível a concretização deste projecto. Um agradecimento também muito especial ao Miguel Pinto Ribeiro por ter feito o prefácio.

(…) Este livro contém muitas das suas reflexões e estados de alma. Páginas da vida de uma divorciada onde as lágrimas e o humor se misturam num cocktail de sentimentos provocadores: o medo do futuro, a luta pelo equilíbrio das contas e dos dias, o sabor da liberdade, a solidão da espera, a alegria das coisas simples… tudo descrito de uma forma inteligente e descomplexada a mostrar-nos que qualquer momento é o momento certo para recomeçar. (…)
Mais informações e reservas em a.leandro@sapo.pt

Um Episódio

A procura do príncipe encantado...

Bem, isto chega-se a uma altura na vida em que uma mulher já sabe exactamente como é o seu homem ideal. Quer dizer, na verdade, nós sempre soubemos, acho que já vimos programadas com essa certeza, mas pronto, somos gajas e como tal temos que fazer jus à nossa fama de teimosas, o que na prática significa que quando erramos, erramos de propósito só para confirmar que temos razão ( Dahha!.. achavam que era por sermos parvas, não!?).

Agora, vou falar por mim, há anos que fito o horizonte à espera de ver aparecer o príncipe encantado e o gajo, nada! Já me fiz ao mar alto, lancei redes e iscos, aprendi a bordar e a fazer ponto - cruz, inscrevi-me no ginásio e nas danças de salão e até frequentei a missa dominical na esperança de ver surgir o tal e… nicles! Vai daí, tive uma ideia brilhante e luminosa: decidi afixar um anúncio aqui no blogue ! Sim, porque nunca se sabe quem é que andará por aqui a ler estas coisas; com um bocadinho de sorte, até o Pai Natal vem aqui ver como param as modas.



 

sábado, 17 de setembro de 2011

The Kennedys



The Kennedys

A história daquela que é considerada a «Família Real» americana, contada através do percurso dos mais mediáticos irmãos do clã: John (Jack) e Bobby. No período de uma geração que testemunhou eventos como a crise dos mísseis em Cuba, a Baía dos Porcos e o movimento dos direitos civis, as relações pessoais entre os dois irmãos e o seu pai ambicioso que os moldou para que se tornassem verdadeiras lendas… Esta é a história dos Kennedys, uma das famílias mais conhecidas e poderosas que jamais existiu nos Estados Unidos.

Sinopse:

No dia 12 de Setembro, às 21h25, a FOX Life estreia a mini-série de oito episódios «The Kennedys», que mostra alguns detalhes nunca antes desvendados desta família e das relações que mantinham uns com os outros. Este é o primeiro drama histórico a incorporar as noites de segunda-feira.

Com um elenco de luxo – Greg Kinear, Tom Wilkinson, Barry Pepper e Katie Holmes – e uma fantástica realização, «The Kennedys» já contabiliza um total de dez nomeações para a edição deste ano dos Emmy Awards nas categorias de Melhor Mini-Série, Melhor Actor Principal (2), Melhor Actor Secundário, Melhor Direcção de Arte, Melhor Fotografia, Melhor Caracterização de Cabelos, Melhor Caracterização Geral, Melhor Tema Original e Melhor Edição de Som.



Poesia de Conceição Tomé - Será que nada mudou?; Filha do Universo; Noite de Verão sem Luar



Poesia de Conceição Tomé - Será que nada mudou?; Filha do Universo; Noite de Verão sem Luar

Será que nada mudou?

Uma águia paira sobre a grande planície,
Perscrutando incrédula a insensatez dos homens,
Que no solo travavam feroz batalha,
Matando-se e mutilando-se impiedosamente,
Em nome de um Rei,
Que sonhara conquistar o Mundo todo para si,
Como se o Mundo pudesse pertencer
A um único homem…
Será que este endeusado rei não sabia
Que muito antes de ele ter nascido,

Filha do Universo
Quem Sou?
Sou filha do Universo,
Irmã das Estrelas e do Vento,
Porque sou feita da mesma matéria.
De Onde Venho?

Noite de Verão sem Luar
Noite de verão, sem estrelas, sem luar,
Sinfonia exótica de rãs coaxando,
Vaga-lumes piscando cruzam o ar,
Sibilinos gritos de insectos se amando.
Gotas de orvalho no rosto a deslizar,
Brisa suave impregnada de fragrâncias,


Leia este tema completo a partir de 19/9/2011

Poemas de Odete Nazário e Lenir Moura - Odete Nazário - ?...de sonhos cobertos; Lenir Moura - AGONIA

Poemas de Odete Nazário e Lenir Moura - Odete Nazário - ?...de sonhos cobertos; Lenir Moura - AGONIA

?...de sonhos cobertos

Fiquei assim
no passo suspenso
das horas sem mim
ouvindo distante
murmurar o vento
no som ondulante
dos canaviais
e em cada momento
diz-me o mar imenso
que não voltas mais.

AGONIA
Andei procurando pelo mundo
Um sentimento profundo
Que me fizesse te amar.
Busquei até nas estrelas
E, quando consegui vê-las
Esse amor não pude encontrar.
Saí à procura do amor
Por este mundo imenso.
Encontrei tristeza e a dor,
E um profundo sofrimento.
Confundi amizade com amor


Leia este tema completo a partir de 19/9/2011

E Agora José - Carlos Drummond de Andrade - A Flor e A Náusea; Uma flor nasceu na rua!; Elegia 1938; Mãos Dadas; Quadrilha; Poema de Sete Faces



E Agora José - Carlos Drummond de Andrade - A Flor e A Náusea; Uma flor nasceu na rua!; Elegia 1938; Mãos Dadas; Quadrilha; Poema de Sete Faces

A Flor e A Náusea

Preso à minha classe e a algumas roupas,
vou de branco pela rua cizenta.
Melancolias, mercadorias, espreitam-me.
Devo seguir até o enjôo?
Posso, sem armas, revoltar-me?
Olhos sujos no relógio da torre:
Não, o tempo não chegou de completa justiça.

Uma flor nasceu na rua!
Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do tráfego.
Uma flor ainda desbotada
ilude a polícia, rompe o asfalto.
Façam completo silêncio, paralisem os negócios,
garanto que uma flor nasceu.
Sua cor não se percebe.
Suas pétalas não se abrem.
Seu nome não está nos livros.
é feia. Mas é realmente uma flor.

Elegia 1938
Trabalhas sem alegria para um mundo caduco,
onde as formas eas ações não enceram nenhum exemplo.
Praticas laboriosamente os gestos universais,
sentes calor e frio, falta de dinheiro, fome e desejo sexual.
Heróis enchem os parques da cidade em que te arrastas,
e preconizam a virtude, a renúncia, o sangue-frio, a concepção.
A noite, se neblina, abrem guardas chuvas de bronze
ou se recolhem aos volumes de sinistras bibliotecas.

Mãos Dadas
Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considere a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.

Poema de Sete Faces
Quando nasci, um anjo torto
desses que vivem na sombra
disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.
As casas espiam os homens
que correm atrás de mulheres.
A tarde talvez fosse azul,
não houvesse tantos desejos.
O bonde passa cheio de pernas:
pernas brancas pretas amarelas.
Para que tanta perna, meu Deus,
pergunta meu coração.

Leia este tema completo a partir de 19/9/2011

Poesia de Edvaldo Rosa - GRITO MUDO...; Procure a sua paz..; Precisamos de janelas e de portas...



Poesia de Edvaldo Rosa - GRITO MUDO...; Procure a sua paz..; Precisamos de janelas e de portas...


GRITO MUDO...


E tenho gritado meu amor aos quatro ventos,
E seu ecoar nem tenho notado...
Será que foi tudo em vão?
Alma e pulmões, sentimentos mal usados?

Procure a sua paz...
A paz tem que ser alcançada, no fundo da alma,
Dentro do peito, no coração de cada ser...
O que pacifica uma alma, noutra pode não pacificar,
O que apascenta um coração,
Noutro pode vir a ser um motivo para guerrear...
Procure a paz em seu próprio peito,
Procure-a em tua alma...
Com amor, com calma!
A paz de todos será a soma da paz de cada um...
Siga, conhecendo-se profundamente,

Precisamos de janelas e de portas...
Onde estão as frestas para a luz entrar em nós?
Para o ecoar de sons lá de fora,
Quebrar o torpor em nossas almas,
E despertar o amor em nossos corações!
Onde estão as brechas nessas celas,
Em que atrofiam-se nossas asas?
Em que nossos passos, não encontram direção...
Precisamos urgentemente de janelas e de portas,
Para que através delas vejamos a imensidão...
Precisamos de portas escancaradas, abertas, imodestas!
Para que pelas folhas delas,

Leia este tema completo a partir de 19/9/2011

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Poesia de Nefertiti Simaika - (Pseudónimo de Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz). - Um covarde na minha cama; Confesso; NAO ESCOLHI SER TUA



Poesia de Nefertiti Simaika - (Pseudónimo de Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz). - Um covarde na minha cama; Confesso; NAO ESCOLHI SER TUA
Um covarde na minha cama
Nefertiti Simaika
Na minha cama encontrei um covarde
encontrei um covarde na minha cama
encontrei um covarde
na minha cama encontrei um covarde.

Confesso

Confesso o medo da lágrima incontida,
que se encapela ao coração e se destrói
às vias insanas desta imoral paixão...
Confesso a agonia do soluço sem espera,
que alimenta a demência e se instala
nas vias insanas desta insanidade...

NAO ESCOLHI SER TUA
APENAS SOU


e não venhas
com najas e amarras
de outras vidas
nem me fales
sobre Adão e Eva
nem sobre Seth e Osíris
não me exponhas
sobre o pecado original
nem ilustres esta tragédia

Leia este tema completo a partir de 19/9/2011