quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Cinema português na Figueira

Cinema

Cinema português na Figueira

No próximo mês de agosto, a Câmara da Figueira da Foz inicia um ciclo de cinema português no Jardim Municipal, sempre às 22:00, intitulado “Cine-Jardim”.
O ciclo inicia-se no dia 03 de agosto com “A Canção de Lisboa” (1933), de José Cottinelli Telmo, com António Silva, Beatriz Costa e Vasco Santana.
No dia 10 de Agosto é exibido “O Costa do Castelo” (1943), de Arthur Duarte, com Maria Matos, Milú, e António Silva. No dia 17 é exibido “O Leão da Estrela” (1947), de Arthur Duarte, filme que conta com os desempenhos de António Silva, Milu, Laura Alves e Ribeirinho.
No dia 24 é exibido “A Menina da Rádio” (1944), de Arthur Duarte, com Maria Matos, Curado Ribeiro, Maria Eugénia e António Silva.
O ciclo encerra no dia 31 com “O Grande Elias” (1950), de Arthur Duarte com os desempenhos, entre outros, de Ribeirinho, Milú e António Silva.
(IB)

Descoberta película de Hitchcock de 1923

Cinema

Descoberta película de Hitchcock de 1923

As três bobinas de filme foram descobertas entre um conjunto não identificado de películas em nitrato que tinha sido depositado no Arquivo Cinematográfico da Nova Zelândia em 1989.
As bobines descobertas pertenciam ao colecionador e projecionista Jack Murtagh e foram depositadas naquele arquivo neozelandês por terem película altamente inflamável.
À época, no começo do século XX, Jack Murtagh deveria destruir as películas quando os filmes saíam de cartaz, mas o colecionador decidiu guardá-los.
Sabe-se que existiam no total seis bobinas daquele filme de Hitchcock, mas além das que foram agora encontradas, desconhece-se o paradeiro das restantes três.
Alfred Hitchcock tinha 24 anos quando fez o filme mudo "The White Shadow", que escreveu, produziu e editou. O filme é protagonizado pela actriz Betty Compson, no papel de duas irmãs gémeas, de personalidades muito diferentes.
A descoberta já foi classificada por David Sterritt, da Sociedade Nacional de Críticos de Cinema, como uma das "mais significativas", e as três bobinas encontradas "oferecem uma oportunidade incalculável para estudar as ideias visuais e narrativas" de Alfred Hitchcock quando ainda estavam a tomar forma, no começo da carreira.
As bobinas vão ficar em Wellington, onde serão feitas cópias a preto e branco e também a cores.
(ES)


Clássico do Cinema: Um Dia de Cão – Dog Day Afternoon

Clássico do Cinema: Um Dia de Cão – Dog Day Afternoon

Publicado por bestcine em 27-06-2010
Em Agosto de 1972 um assalto a um banco de Brooklyn chama a atenção da imprensa e transforma-se num show com uma enorme audiência. Era um roubo que teoricamente duraria apenas dez minutos, mas após várias horas os assaltantes estavam ainda cercados com reféns dentro do banco. Sonny (Al Pacino), o líder dos assaltantes, planeou conseguir dinheiro para Leon (Chris Sarandon), o seu amante, fazer uma cirurgia de mudança de sexo. Esta é a história do clássico de 1975 “Um Dia de Cão”, considerado como um dos grandes filmes de sempre, recheado de energia, emoção e drama…

Um Dia de Cão - Dog Day Afternoon

Sinopse:
Numa tarde quente em Brooklyn, dois zés-ninguém demasiado optimistas decidem assaltar um banco. Sonny (Al Pacino) é o cérebro da operação, e Sal (John Cazale) é o seu cúmplice - o resultado é um desastre.
Não tarda que a rua em frente do banco se tenha transformado num circo de polícias, câmaras de televisão, multidões e até um rapaz de entrega de pizzas.
Pacino e o realizador Sidney Lumet (colaboradores em Serpico) reatam a sua parceria neste thriller cómico agridoce que mereceu seis nomeações para os Óscares da Academia (incluindo Melhor Filme) e venceu o Óscar pelo genial argumento de Frank Pierson.
Baseado numa história verídica, “Um Dia de Cão” «é um dos grandes filmes de sempre, recheado de energia, emoção e drama» (Gene Shalit, Today/NBC-TV).
Trailer:
Realizador: Sidney Lumet
Argumento: P.F. Kluge, Thomas Moore, Frank Pierson, Leslie Waller
Intérpretes: Al Pacino, John Cazale, Sully Boyar, Penny Allen, Charles Durning, Chris Sarandon, James Broderick, Carol Kane, Marcia Jean Kurtz, Sandra Kazan
Estreia Mundial: 1975
Estreia em Portugal: 1975
Mais Info: IMDB
Disponível em DVD: SIM
Site Oficial: clique aqui

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

“Contraluz” de Fernando Fragata sai em DVD

Cinema

“Contraluz” de Fernando Fragata sai em DVD

“Contraluz” chegou às salas de cinema precisamente há um ano e vai agora ser editado em formato DVD .

O filme foi escrito e realizado por Fernando Fragata e pode dizer-se que foi um dos filmes de maior sucesso em 2010 e o primeiro filme de um realizador português totalmente filmado nos Estados Unidos da América.
A história é-nos contada muito ao estilo “Quinta Dimensão”, mas conta com uma forte componente humanitária e um elenco de actores portugueses e americanos, nomeadamente Joaquim de Almeida, Evelina Pereira, Skyler Day e Scott Bailey.
A história fala-nos de várias pessoas, sem ligação entre si, que se encontram em situações de extremo desespero, quando acontece algo de inesperado que vai mudar radicalmente o rumo das suas vidas.
Caberá a cada um moldar o seu destino de modo a reencontrar a felicidade. Mas há destinos que só se alcançam depois de alterar o dos outros.
“Contraluz” é dedicado ao actor e amigo António Feio, que deixou uma mensagem importante na introdução do trailer do filme.
Passa neste mês de Julho um ano sobre a sua morte.



Zita Ferreira Braga

James Morrison com novo álbum em Setembro

Discos

James Morrison com novo álbum em Setembro

"The Awakening" conjuga influências da soul com uma sonoridade "mais contemporânea", refere a agência de notícias Efe.
O primeiro single, a editar a 19 de Setembro, será "I won't let you go",.
Gravado em Londres, "The Awakening" sucede a "Undiscovered" (2006) e a "Songs For You, Truths For Me" (2008), álbuns com os quais James Morrison vendeu mais de quatro milhões de exemplares em todo mundo.
James Morrison conta ainda no currículo um dueto com a cantora Nelly Furtado, em "Broken Strings".
(ES)



sexta-feira, 29 de julho de 2011

Mandioca. Raiz brasileira por excelência, ela é citada por Pero Vaz de Caminha, nas suas cartas a Portugal.

Para fazer farofa

Aprovada por Dilma Rousseff, farinha de mandioca da agricultura familiar de Alagoas chega a mais de 2,5 mil pontos de venda em todo o Brasil

Edivaldo Junior
DivulgaçãoDivulgação
Presidente Dilma Rousseff lança programa em Arapiraca
Ciclo do algodão? Do café com leite? Da cana-de-açúcar? Aprendemos na escola que essas foram as principais e mais importantes culturas na construção do Brasil. Mas alguém precisa reescrever a história e dedicar um capítulo especial à mandioca. Raiz brasileira por excelência, ela é citada por Pero Vaz de Caminha, nas suas cartas a Portugal. A primeira Constituição do Brasil, de 1823, denomina-se popularmente como Constituição da Mandioca, com o País ainda sob a batuta de dom Pedro I.

O nome com que veio a ser conhecida a constituição (segundo o Wikipedia) deveu-se ao modo com que o império instituiu o voto indireto censitário, “em que os eleitores do primeiro grau (paróquia), tinham que provar uma renda mínima de 150 alqueires de farinha de mandioca. Eles elegeriam os eleitores do segundo grau (província), que necessitavam de uma renda mínima de 250 alqueires. Estes últimos, elegeriam deputados e senadores, que precisavam de uma renda de 500 e 1000 alqueires respectivamente, para se candidatarem”.

Menos de dois séculos depois, quanta mudança. A mandioca ainda é uma cultura nacional. Continua sendo uma das poucas plantas cultivadas em todos os Estados brasileiros. Mesmo assim, está perdendo espaço, sendo banida dos restaurantes – até os mais populares – e ganhando espaços cada vez mais acanhados nas gôndolas dos supermercados.